Fotodepilação íntima: o que você precisa saber

A fotodepilação na zona genital é um método cada vez mais adoptado e solicitado sobretudo por mulheres, embora faz parte dos hábitos íntimos de ambos os sexos. Pode ser feita parcialmente ela marca do biquíni brasileiro ou de forma total, ou quase total, dos pêlos púbicos. Este tipo de depilação está a ganhar terreno sobretudo por questões de higiene íntima ao mesmo tempo que se tornou uma moda. 

Com este tipo de depilação o resultado é duradouro e o processo, praticamente indolor. É um tratamento não invasivo que usa um largo espectro de luz que é absorvido pelos pêlos, o folículo piloso, entra em tremólise, devido ao excesso de calor e é eliminado. Com este tratamento, não estará simplesmente a eliminar os pêlos, mas sim a destruir os folículos que os produzem, evitando assim que estes voltem a crescer. Pode demorar 2 a 5 anos a crescerem novos pêlos ou podem nem chegar a crescer. Geralmente são eliminados mais de 80% dos pêlos das áreas tratadas e os que restam crescem mais fracos.

Este tipo de tecnologia foi testada, e está aprovada. Este tratamento não dói, apenas se sente uma impressão de calor, a intensidade dessa sensação depende da sensibilidade de cada pessoa. Após o tratamento deverá ter cuidado com a exposição ao sol, e deve proteger a pele tratada com um protector solar, principalmente no verão durante os primeiros sete dias.

Ainda os nossos pacientes têm algumas dúvidas, por isso entrevistamos a Dra. Barbara Esperanza Rodriguez, Ginecologista e Obstetra da Clínica Máxima Estética, com Formação em Ginecoestética, para esclarecer as dúvidas mais comuns:

A fotodepilação aumenta a chance de infecções genitais?

Não, desde que a higiene local seja adequada. A higiene está relacionada à técnica correta da limpeza da área e não com a quantidade de pelos.  Para isso é recomendado o uso de gel ou sabonetes íntimos que mantêm o pH da região vaginal estável e aumenta os lactobacilos vaginais responsáveis pela defesa desse local. Evitar o uso de absorventes diários, a troca inadequada destes e uso de protetores diários, influenciam um maior acúmulo de suor na área, favorecendo alergias e infecções vaginais independente da depilação ou falta dela. Recomendável usar calcinhas com forro de algodão que diminuem o calor vaginal local e dormir, de preferência, sem calcinha. 

Não depilar deixa a região mais sujeita a odores?

Não, apenas se a higiene não estiver sendo feita de forma adequada. Na base do pelo há glândulas que produzem suor e gorduras para lubrificar e resfriar a pele, que podem se acumular e causar um odor desagradável, mas isso se o local não for higienizado corretamente. O mau odor sentido, geralmente é devido a alguma infecção vaginal não relacionada ao pelo, sendo necessário procurar um ginecologista para avaliar e tratar.

Depilar aumenta o prazer na relação sexual?

Não existe nenhuma relação fisiológica entre depilação e prazer sexual. O que pode acontecer é algumas mulheres se sentirem mais à vontade com a área íntima depilada ou que seja mais atraente para o seu parceiro. No fundo, é uma questão de preferência, ficando a cargo de cada um decidir como prefere.

Como posso garantir melhores resultados ou evitar queimaduras?

Para garantir o resultado esperado e, principalmente, a saúde da pele e do paciente, deve ser feito sempre sob supervisão médica. Os aparelhos utilizam níveis altos de energia, por isso, o ideal é fazer a fotodepilação com médicos formados.

Quantas sessões são necessárias?

Esta é uma dúvida comum entre a maioria das pessoas que estão pensando em aderir ao método.

Não é possível definir antecipadamente o número de sessões necessárias, isso porque vários fatores influenciam na resposta, como condições da pele, características da pele (fototipo) e fatores hormonais.





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